|
|
..... DATA FESTIVA ..... |
|
|
|
DIA DA INFANTARIA
|
|
|
A Infantaria tem
como característica essencial a aptidão para combater a pé, em
todos os tipos de terreno e sob quaisquer condições
meteorológicas, podendo utilizar variados meios de transporte.
Uma de suas missões é conquistar e manter o terreno,
aproveitando a capacidade do infante de progredir em pequenas
frações, difíceis de serem detectadas em todos os tipos de
terreno. |
 |
|
Isso permite que
ele se aproxime do inimigo para travar o combate corpo-a-corpo.
A Infantaria poderá ter especializações das mais diversas:
motorizada, blindada, pára-quedista, leve, de selva, de
caatinga, de montanha, de guardas e de polícia. |
|
 |
|
Cruzando
rios |
|
 |
 |
|
O combate
na selva |
Em
operações aeroterrestres |
"Depois do que
assisti em Monte Castelo, quando passo por um soldado de
Infantaria, tenho vontade de prestar-lhe continência."
(Gen Cordeiro de Farias, comandante da Artilharia Divisionária
da FEB).
As unidades da
Infantaria brasileira distinguem-se por diferentes
especialidades:
Motorizada,
Blindada, Pára-quedista, Leve (Aeromóvel), de Selva, de
Montanha, de Caatinga, de Polícia do Exército, de Guarda. São
adestradas para combater em diversos tipos de terreno, em
qualquer parte do território nacional.
|
 |
|
Na função
policial |
Sua missão básica,
no ataque, é destruir ou capturar o inimigo, empregando o fogo,
o movimento e a ação de choque. Na defensiva, mantém o terreno e
contra-ataca. Tem por característica essencial a aptidão para
combater a pé em todos os tipos de terreno, podendo deslocar-se
para os lugares mais remotos – desde que receba meios de
transporte adequados – e operar sob quaisquer condições
meteorológicas.
Neste século,
nossos infantes integraram a Força Expedicionária Brasileira,
durante a II Guerra Mundial. A 1ª Divisão de Infantaria
Expedicionária conquistou o respeito de aliados e adversários
com vitórias alcançadas em território europeu, como a de Monte
Castelo e a de Montese.
Os infantes
brasileiros podem ser encontrados na Amazônia, no sertão
nordestino, nos pampas, nas montanhas, no pantanal, nos montes.
Em qualquer lugar, não importa quão longe esteja. Basta que haja
uma missão.
O patrono da arma
de infantaria é o Brigadeiro Sampaio.
|
 |
 |
|
Atuação na
montanha |
Empregando
mísseis |
|
 |
 |
|
Guerra na
caatinga |
O fragor
do combate |
|
|
PATRONO |
|
 |
Antônio de Sampaio nasceu em 24 de maio de 1810, na cidade de
Tamboril, estado do Ceará. Filho de Antônio Ferreira de Sampaio
e Antônia Xavier de Araújo, foi criado e educado pelos pais no
ambiente simples dos sertões.
Cedo revelou
interesse pela carreira militar, galgando postos por merecimento
graças a inúmeras demonstrações de bravura, tenacidade e
inteligência. Foi alferes em 1836; primeiro-tenente em 1839;
capitão em 1843; major em 1852; tenente-coronel em 1855; coronel
em 1861; general em 1864 e brigadeiro em 1865.
Sampaio teve
atuação destacada na maioria das campanhas de manutenção da
integridade territorial brasileira e das que revidaram as
agressões externas na fase do Império: Icó (CE), 1832; Cabanagem
(PA), 1836; Balaiada (MA), 1838; Guerra dos Farrapos (RS),
1844-45; Praieira (PE), 1849-50; Combate à Oribe (Uruguai),
1851; Combate à Monte Caseros (Argentina), 1852; Tomada do
Paissandu (Uruguai), 1864; e Guerra da Tríplice Aliança
(Paraguai), 1866. Foi condecorado por seis vezes, no período de
1852 a 1865, por Dom Pedro II, então imperador do Brasil.
Recebeu três
ferimentos na data do seu aniversário, 24 de maio, na batalha de
Tuiuti, em 1866. O primeiro, por granada, gangrenou-lhe a coxa
direita; os outros dois foram nas costas. Faleceu a bordo do
navio-hospital Eponina, em 6 de julho de 1866.
Homem puro e
patriota, Sampaio destacava-se por ser capacitado e corajoso,
inteiramente dedicado à vida militar. Exemplo de exponencial
bravura, foi consagrado Patrono da Arma de Infantaria do
Exército Brasileiro, em 1940, pelo então presidente da República
Getúlio Vargas.
|
|
Voltar |
|