Parabéns
ao Cel Ex Hiram R. Silva e sua equipe e que tenham
sucesso na empreitada,
Apóiem a jornada para
conhecimento do povo brasileiro.
O Cel Hiram Reis e Silva é
grande conhecedor da Amazônia e deseja levar os
brasileiros a conhecerem-na melhor. É uma missão muito
difícil que já exigiria muito de jovens tenentes e
capitães. Imaginem o desafio para o experiente Coronel.
Esta é uma missão,
voluntária e patriótica. Acender um ponto no GPS da alma
de cada brasileiro, em defesa da Amazônia.
Vamos divulgá-la para
todos os brasileiros, e vamos acompanhá-la no site que
vai indicado abaixo.
A missão teve início no
dia 01 de dezembro, ao raiar da manhã.
A pequena "bandeira"
percorrerá 1.630 km pelo Rio
Solimões entre
as cidades de
Tabatinga e
Manaus, ambas
no Estado do Amazonas; ela estará navegando 100 km a
mais do que a distância entre Porto Alegre e Rio de
Janeiro!
Estão sendo transportados em dois
caiaques oceânicos,
considerados rápidos e mais propícios para longas
distância. Jocosamente, o sistema de impulsão dos barcos
é tratado pelo trocadilho em inglês "armstrong", ou
seja, a rigor, os músculos ("braço forte") dos
tripulantes.
Levam provisões
nos compartimentos de carga de cada um, tripulados, um,
pelo próprio Cel Hiram e o outro, pelos
dois companheiros de aventura: a turismóloga e canoísta
Fabíola Arruda de Verga e o professor
mestre de Educação Física, canoísta e 2º Ten R/2
Romeu Chala.
Deveria estar participando
mais um militar brasileiro, impedido de seguir devido a
um grave problema de saúde na família, sendo substituído
por Romeu Chala).
Até estarem aptos,
foram dois anos de exaustivos e diários
treinamentos no
Guaíba. O
Lago foi escolhido por
suas reais dificuldades para navegar com os caiaques.
Ventos fortes e largura de até 18 km (entre a Vila
Itapoã e a Praia da Faxina) bem superior à do rio
Solimões, caracterizaram a dureza do forte treinamento.
Nele, foram
praticadas diversas rotas, cruzando o canal em
navegações contínuas superiores a 2 horas. A intenção,
alcançada, era a de ultrapassar as situações que serão,
certamente, enfrentadas na Amazônia. Um dos principais
desafios que sabem que terão de enfrentar é o do
turbilhonamento.
Para vencê-los,
treinaram enfrentando os ventos do quadrante Sul,
superiores a 25 nós (45 Km/h), passando entre os morros
da Ponta Grossa e a Pedra Redonda, que criam aquele
efeito. Sua principal ameaça são as ondas, de até 1,5 m,
que, sem padrão definido, surgem de todos os lados, e
exigem muita habilidade e força do canoísta. Foram
cumpridos 12.590 km nesta fase de treinamentos no
Guaíba.
Imaginemos a vibração e a emoção desses "bandeirantes"
quando os remos tocaram a água do Solimões às 07h 44min
(horário local) de 01 de dezembro, dando partida ao
grande desafio. Pode-se imaginar que maior, mesmo, só
quando retirarem os remos da água pela última vez nesta
aventura, previsto para o dia 29 de janeiro, na chegada
a Manaus.
Quer acompanhar o Cel
Hiram Reis e Silva e sua "pequena cruzada"?
A trajetória, ponto a ponto, está sendo acompanhada
desde Porto Alegre através de GPS. Durante todo o
percurso, os navegadores enviarão os dados por telefone
e/ou Internet, sempre que houver condições de
comunicação.